Sessões: 5 sessões
Duração: 1h15
Datas: 11, 18 de maio, 1, 8, 15 de junho
Horários: 19:00 – 20:15
Inscrições: a decorrer
Tradução: PT/ EN/ FR/ ES
Sinopse:
À medida que a humanidade atravessa tempos de crise profunda — política, ecológica e social — torna-se incerto de que forma os indivíduos podem levar uma boa vida, uma vida feliz que seja valiosa e dotada de sentido. Este curso explora cinco componentes fundamentais da Boa Vida na história da filosofia, da Grécia Antiga ao pensamento contemporâneo, e questiona se esses componentes ainda são possíveis hoje e de que modo podemos integrá-los nas nossas vidas.
- A vida examinada
Socrates afirmou que uma vida não examinada não merece ser vivida e incentivou-nos a conhecer-nos a nós próprios. O que torna uma vida examinada mais feliz e o que significa examinar a própria vida? Numa época em que muitas pessoas recorrem à terapia, pode parecer evidente que o autoexame implica voltar-se para o interior, para as emoções e os estados mentais. Mas será isto o que Sócrates queria dizer? - Mais próximo da natureza
Estudos psicológicos mostram repetidamente uma ligação entre o bem-estar e o tempo passado na natureza. Na história da filosofia, Immanuel Kant e a tradição posterior do Romantismo defendem que estar na natureza não é apenas agradável, mas também moralmente formativo. De que forma estar na natureza nos ajuda a melhorar enquanto pessoas? E o que significa promover uma ligação à natureza num tempo em que estamos cada vez mais afastados dela? - Uma vida de (mais) maravilhamento
Plato e Aristotle situam a origem da filosofia na experiência do maravilhamento; René Descartes considerava que a ausência de maravilhamento implicava ausência de conhecimento; e Martin Heidegger discute o sentimento de maravilhamento como ponto de entrada para uma vida mais autêntica. Numa era secular e globalizada, marcada por viagens frequentes, experiências novas e um fluxo constante de informação, o que significa ser tocado pelo maravilhamento e como podemos cultivar uma vida que inclua momentos dessa experiência? - Relações
Para muitas tradições religiosas e filosóficas, uma boa vida é uma vida preenchida pelo amor. No entanto, amar também nos torna vulneráveis e pode conduzir-nos a situações que parecem um desperdício de tempo e de energia. O que significa praticar o amor de forma adequada, de modo a ajudar-nos a viver uma boa vida? Nesta sessão, conhecemos Iris Murdoch e Simone Weil, que identificam benefícios inesperados no amor, incluindo uma atenção mais apurada e uma compreensão mais clara do mundo. - A Boa Vida implica ter filhos?
Se está em idade de ter filhos, poderá questionar-se se uma boa vida implica tê-los; se tem filhos em idade de os ter, poderá questionar-se sobre o que lhes aconselhar. Diz-se que os filhos tornam a vida mais significativa, mas menos leve. Além disso, à luz das alterações climáticas e das transformações impulsionadas pela inteligência artificial, pode parecer errado tomar essa decisão — tanto para si como para os filhos que imagina vir a ter. Qual é o papel dos filhos no projeto de viver uma boa vida?
A realização do curso está sujeita a um número mínimo de participantes. Para mais informações consulte as Condições gerais de venda.
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