Sebastian Sunday Grève

Sebastian Sunday Grève é um filósofo nascido na Alemanha que vive em Pequim, onde trabalha como professor associado na Universidade de Pequim. Anteriormente, lecionou filosofia na Universidade de Oxford, onde também obteve o seu doutoramento. É membro do corpo docente do Instituto de Filosofia Estrangeira da Universidade de Pequim e ex-bolseiro do Instituto Berggruen China.
Trabalha amplamente em Filosofia, tanto em questões práticas como teóricas. Publicou artigos sobre temas que vão desde a estética e a teoria do conhecimento até à lógica e à Filosofia da mente, incluindo a inteligência artificial. Lidera um projeto interdisciplinar sobre a evolução do conceito de Inteligência, que inclui colaborações com colegas das áreas da Neurociência, Medicina e Psicologia em universidades da Europa e da América do Norte. Os seus trabalhos foram publicados em muitas das melhores revistas científicas internacionais de Filosofia, bem como nas principais publicações científicas populares.
O seu ensaio de 2015, The Importance of Understanding Each Other in Philosophy, foi galardoado com o Prémio Anual de Ensaio do Instituto Real Britânico de Filosofia (pré-impressão disponível aqui). Artigos de investigação recentes incluem A Confucian Algorithm for Autonomous Vehicles (com Tingting Sui, aqui) e The Biological Objection against Strong AI (aqui).
Ensaios populares recentes incluem AI’s First Philosopher (aqui), Can Machines Be Conscious? (aqui, tradução portuguesa aqui), e Nietzsche and the Machines (aqui, tradução portuguesa aqui).
Atualmente, está a trabalhar numa monografia intitulada The Birth of Reason (sob contrato com a Cambridge University Press).
Veja a entrevista de Sebastian à Líder Magazine aqui e a sua intervenção na Leadership Summit Portugal 2023 na Líder TV aqui.
EDIÇÃO 2026 – DESEJO
27.06 A Filosofia na Casa das Histórias Paula Rego | Auditório Maria de Jesus Barroso
Que tipo de convivência com as máquinas desejamos?
O futuro previsível será tão acelerado e caótico que uma preparação imposta de cima para baixo e baseada em princípios terá limites. A melhor preparação, tanto do ponto de vista cultural como individual, consistirá numa prática melhorada e mais reflexiva no presente. Este artigo defende que, em primeiro lugar, nós, enquanto sociedade neste momento da história, devemos investir recursos consideráveis em algo como o cultivo da humanidade e, em segundo lugar, que a sensação de autenticidade ou inautenticidade, conforme o caso, de estarmos ou não no controlo do nosso próprio destino, etc., é um indicador eficaz do problema que enfrentamos.