Sessões: 1 sessão
Duração: 2h
Data: 20 de maio
Horário: 18:00 – 20:00
Inscrições: brevemente
Tradução: PT/ EN/ FR/ ES
Sinopse:
A sociedade de hiperconsumo é a da «felicidade paradoxal». Consumimos três vezes mais energia do que nos anos 60, mas ninguém pode afirmar que somos três vezes mais felizes. Quanto mais se multiplicam os prazeres privados, mais se afirmam as frustrações da vida íntima, as ansiedades e depressões, as decepções afetivas e profissionais. As insatisfações em relação a si mesmo aumentam proporcionalmente às satisfações proporcionadas pelo mercado.
Encontramos aqui o famoso paradoxo de Easterlin: quando a renda média de um país aumenta, o nível
médio de felicidade não aumenta necessariamente; o crescimento económico não leva automaticamente a um aumento duradouro da felicidade coletiva.
O nosso poder sobre as «coisas» segue uma curva exponencial, mas o poder que temos sobre a alegria de viver continua a ser muito fraco. A escalada consumista está longe de promover a felicidade. As chaves que abrem as portas da felicidade não progridem, ela escapa obstinadamente ao controlo dos homens.
O consumismo não é a chave da felicidade. A que se deve isso?




